segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Colocando os pontos nos is

No blog do Beto Bertagna, encontrei este cartaz, criado por Bruno Barros, que coloca na balança os feitos dos governos PSDB e PT nos oito anos em que cada partido esteve na presidência. É básico, mas pela simplicidade, eu gostei. Um cartaz pra divulgar na rede.

domingo, 10 de outubro de 2010

Para Serra, Itamar foi o presidente da decência

Senador eleito Itamar Franco é lembrado no programa de tevê de Serra como o presidente que trouxe decência ao Brasil. Alguém esqueceu do episódio em que o Presidente da República do Topete estampou jornais e revistas, no Carnaval de 1994, posando pimpão ao lado da "modelo" Lilian Ramos, que havia esquecido de vestir calcinhas?














Falando sério, leia aqui o que Gilberto Dimenstein publicou na FolhaOnline sobre a promoção que Itamar Decente Franco descolou para a namorada, major Doralice Leal Lorentz, enquanto foi governador de Minas. Isso é decência pro Zé.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ser ou não ser contra: esta não é a questão

O aborto é uma discussão séria que está sendo reduzida a um embate eleitoreiro entre Serra e Dilma. O aborto acontece todos os dias, queiramos ou não, sejamos nós contra ou a favor. As mulheres fazem aborto há centenas de anos, é o método contraceptivo mais antigo, por muitos considerado mais seguro e menos prejudicial à saúde do que a pílula. Desde que feito por um médico e em condições adequadas, óbvio.

A discussão que precisa ser travada sem descanso é o que fazer para que as mulheres parem de morrer por abortar em casa, usando agulhas de tricô, ou em consultórios podres, nas mãos de açougueiros. Esta sim é uma questão séria, de saúde pública, para a qual todos, repito, todos os governos viram as costas.

Por medo de tratar de um assunto que envolve questões morais e religiosas e com isso perder alguns currais eleitorais e apoios financeiros de empresários conservadores ligados a igrejas poderosas, os governantes estão deixando milhares de mulheres morrerem todos os anos. O aborto clandestino é a quarta causa de morte materna no Brasil. Das 87 milhões de mulheres que sofrem todo ano no planeta com o peso de uma gravidez indesejada, mais da metade aborta. Das 46 milhões de mulheres que optam por abortar, 18 milhões o fazem em condições precárias, de forma insegura, insalubre, porque não têm recursos próprios e porque não há amparo legal para que esse procedimento seja realizado em hospitais públicos. Dessas 18 milhões de mulheres abandonadas por seus governantes, 70 mil morrem, ou no momento do aborto ou por infecções consequentes. São dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), não foram inventados por mim, e são baseados em abortos relatados - o número concreto de abortos clandestinos ninguém sabe.

Grande parte dessas mulheres aborta porque já tem filhos e não pode arcar financeiramente com mais uma vida, especialmente nesse novo mundo em que as mulheres se tornam cada vez mais as provedoras do lar. Estas deixam órfãos, pra completar a desgraça. Enquanto políticos demagogos e fanáticos religiosos discutem se é criminosa ou não a interrupção de uma vida embrionária, milhares de crianças estão perdendo suas mães para o aborto clandestino. Mães que são tratadas como criminosas pelo poder público, quando deveriam ser amparadas e orientadas.

E agora, Zé? E agora, Dilma? Quais são seus planos pra evitar o assassinato dessas milhares de mulheres brasileiras, essa chacina que acontece anualmente nas barbas dos nossos governantes? O que vocês propõem para estancar o sangue de milhares de ex-rainhas do lar, hoje chefes de família apavoradas e desamparadas?

Esta é a minha questão, e é urgente.
nonono

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Villa emplaca mais uma

Adão Villaverde, deputado estadual do PT do Rio Grande do Sul, foi merecidamente eleito para um terceiro mandato.
Villa é daqueles companheiros que nos provocam sentimentos pecaminosos como orgulho e vaidade e garantem consistência política ao nosso voto.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Nunca antes na história deste estado...

nonono
Garra da militância do PT do Rio Grande do Sul e uma série interminável de acertos da coordenação de campanha levaram Tarso Genro a uma vitória inédita: é o primeiro governador eleito em primeiro turno na história das eleições no estado gaúcho. Com uma bancada que aumentou de 10 para 14 deputados estaduais do seu partido - mais os eleitos pela coligação - e com uma capacidade enorme de aglutinar apoios que lhe é peculiar, prevejo que o pequeno grande homem governará de biguá fora d'água.

Fonte: http://divulgacao.tse.gov.br/

sábado, 2 de outubro de 2010

Fogaça, Rigotto e Záchia quebram o sigilo de 52 mil gaúchos

Numa tentativa desesperada de aproximar Fogaça de um improvável 2º turno e cavar uns votinhos colorados pro Rigotto, conselheiro do Internacional se apropria do cadastro de 52 mil sócios do glorioso clube para fazer propaganda eleitoral. O clube peca também, pela falta de segurança com o cadastro dos sócios. É a gang que "mexe" com política e futebol no encalço dos eleitores sócios do Colorado.

 Frente e Verso do documento que recebi na minha casa, com informações espionadas do meu cadastro no Inter